sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

NATAL 2016

"Desejo que essa data não seja somente mais um dia no calendário, mas que a comemoração seja também de reflexão por um mundo melhor, mais justo, menos violento, de compreensão das diferenças, de maior respeito e solidariedade, de muito mais AMOR entre as pessoas e ainda, de agradecimento pela VIDA que nos permite brindar com familiares, amigos ou mesmo sozinhos o tempo presente". Carmen Romero.  


terça-feira, 29 de novembro de 2016

FLAMENCO em DEZEMBRO/2016

TURMAS de FLAMENCO em DEZEMBRO:
3ª e 5ª feiras
das 18h às 19h - BÁSICO e INIC. I
(Técnica e Ritmo)
das 19h às 20h - INTER I e II
("Sevillanas Avançadas" ou "do Grupo")
2ª e 4ª feiras 
das 19h às 20h - BÁSICO e INIC. I
(Técnica e Ritmo)
das 20h às 21h - INICIANTE I e II
("Sevillanas com castanholas" - todas as coplas)
Sábados
das 10h às 12h - Para TODOS os níveis de aprendizagem
(Técnica de sapateados, Ritmo e Castanholas)


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Aos BAILAORES, Bailarinos, Dançarinos e Expectadores:

 PARTICIPEM desse encontro...
Venham bailar este trecho da música conosco.
OUTUBRO ROSA
Dia 29/10 às 15h no Mercado Municipal (entrada pela Av. 7 de Setembro)

video

domingo, 23 de outubro de 2016

IMAGEM do "FLAMENCO nas RUAS"


Dia 8/10/2016 - Largo da Ordem, em Curitiba/PR
Grupo Carmen Romero Dança Flamenca
APOIOS
Músico e Compositor Fernando de La Rua
Casa Hoffmann
First Agência de Viagens

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

ORIGEM DO FLAMENCO - Módulo Didático

FLAMENCO

O FLAMENCO é uma arte popular aplicada ao modo particular de dançar, cantar e tocar 
guitarra proveniente da região de Andaluzia, no sul da Espanha. A Andaluzia é formada por oito províncias que são: Sevilla, Granada, Málaga, Córdoba, Jerez, Huelva, Cádiz e Almería. 

Os primeiros testemunhos do surgimento dessa arte datam do século XVI. Os locais de origem seriam Sevilla, Jerez e Cádiz, as três cidades consideradas a "Santíssima Trindade" do Flamenco.
Suas raízes estão calcadas num sedimento artístico composto por diferentes e sobrepostas civilizações como a árabe, judaica, hindu-paquistã, bizantina, cigana, entre outras. Os mouros predominaram na Espanha de 711 a 1492.
Os ciganos têm um importante papel no desenvolvimento do flamenco. Com a intenção de abandonarem a Índia (séc. XIV) após uma série de conflitos bélicos e invasões de conquista-
dores estrangeiros ocorridas em vários territórios, os ciganos foram para o Egito onde permaneceram até sua expulsão. Conscientes de que deveriam se dividir em grupos para assim conquistarem a Europa, uma parte desses povos se estabeleceram na Espanha por volta de 1425, trabalhando como pastores e artesãos. Durante essa época, os ciganos conheceram um período de paz que lhes permitiu uma certa integração com o folclore andaluz. Decretada a perseguição às tribos nômades pela Coroa de Castella em 1499, e com a expulsão dos não cristãos e os de raça considerada impura como os judeus, ciganos e árabes através das medidas severas adotadas pela Santa Inquisição, os grupos foram obrigados a se estabelecer nas montanhas e outros locais desabitados para sobreviverem. Com o convívio e mistura dos diferentes costumes e tradições dessa gente perseguida, foi surgindo uma nova forma de expressão cultural. Nesse instante nascia a música flamenca, a arte do flamenco. O cante* é marcado pela melancolia, pelo fatalismo e pelo sentimento trágico da vida. Nascia aí o cante jondo*. Para os ciganos a música é parte integrante do dia a dia e essencial nas datas festivas. Tudo o que necessitam para iniciá-la é uma voz e acompanhamento rítmico, como palmas ou golpes dos pés no solo.
Passada a repressão mais severa aos ciganos a partir das últimas décadas do séc. XVIII, eles foram se integrando ao convívio dos espanhóis . Assim começaram a surgir os payos*, interessados em conhecer e interpretar a música gitana*.
No final do séc. XIX, a música flamenca com a guitarra já incorporada estabeleceu suas formas tal qual a conhecemos hoje, levando-se em conta que, por estar viva, continua a evoluir. É correto afirmar, que só depois da inclusão da guitarra é que se introduziu o sapateado aos bailes. Em 1929, Antonia Mercé, "La Argentina", cria a primeira companhia de balé espanhol, que estréia na Ópera Comique de Paris. Já em 1949, Vicente Escudero apresenta também na capital francesa suas primeiras criações como bailarino.
Na música flamenca, encontramos diferentes ritmos, agrupados em famílias de acordo com a estrutura, melodia e temática comun entre eles. Em quase todos os palos* se pode bailar, ainda que existam bailes sem cante e temas puramente vocais. Na interpretação dos ritmos, observamos melodias alegres e outras mais tristes. A primeira pode estar relacionada à etnia andaluza, um povo alegre e sensível às artes. Já os tristes, dentre outros temas, se referem exatamente a essa angústia dos povos errantes que desembarcavam na Espanha e eram tratados como estranhos, vivendo em lugares pouco povoados, de clima frio e úmido e vegetação escassa.
A palavra flamenco foi usada pela primeira vez em 1835. Acredita-se que o termo deriva do árabe fellah (camponês) e mengu (fugitivo), e foi usada como sinônimo de cigano andaluz. Estudiosos sustentam ainda a referência de flamenco ao termo "flamância" de origem alemã, que significa fogosidade ou presunção, e que era aplicada aos ciganos por seu temperamento.

*cante -canto *payos - não ciganos *palos - ritmos *gitana -cigana *cante jondo - canto profundo

TOQUES DAS CASTANHOLAS - Didática III

                                     NOMENCLATURA DOS TOQUES DAS CASTANHOLAS

 PI - "GOLPE COM OS DEDOS MÉDIO E ANULAR DA MÃO DIREITA"
 A - GOLPE COM OS DEDOS MÉDIO E ANULAR DA MÃO ESQUERDA
 TA - GOLPE COM OS DEDOS MÉDIO E ANULAR DE AMBAS AS MÃOS AO MESMO TEMPO
 TI (POSTICEO) - CHOQUE ENTRE AS CASTANHOLAS
 RI (CARRETILLA) - DEDILHAR DA MÃO DIREITA ( iniciando pelo dedo mínimo)

 * GOLPE (Batida na castanhola)

 SEVILLANAS (Toque das Castanholas)
 * COPLAS (Versos)

 1ª COPLA
 A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 13 vezes)
 A-RI-A-PI-A-RI-A-RI-A-PI-A
 A-RI-A-PI-A-RI-A-RI-A-PI-A
 A-RI-A-PI-A-RI-A-RI-A-PI-A
 A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 13 vezes)
 A-RI-A-TA

 2ª COPLA
 A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 7 vezes)
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 9 vezes)
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 11 vezes)
 A-RI-A-TA

 3ª COPLA
 A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A-RI-A-RI-A-PI-A
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A-RI-A-RI-A-PI-A
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 5 vezes)
 A-RI-A-A-RI-A-RI-A-PI-A ( 3 vezes)
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 3 vezes)
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A-RI-A-RI-A-PI-A ( 2 vezes a frase inteira)
 A-RI-A-TA

 4ª COPLA
 A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A-RI-A-RI-A-PI-A
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A-RI-A-RI-A-PI-A
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 11 vezes)
 A-RI-A-A-RI-A-TI-TA-A-RI-A-PI-A
 RI-A-RI-A-PI-A ( 11 vezes)
 A-RI-A-TA

VOCABULÁRIO FLAMENCO - Didática II

VOCABULÁRIO DE ALGUNS TERMOS USADOS NO FLAMENCO


1. Abanico: Leque pequeno
2. Aros e Pendientes: Argolas / Brincos
3. A Compás: Interpretação do cante ou baile seguindo fielmente o ritmo ou cadência do estilo correspondente.
4. Bailaora ou Bailaores: Bailarina, bailarinos.
5. Bata de Cola: Traje de mulher andaluza em determinadas festas, ou figurino usado por bailarinas dependendo do baile. Se caracteriza por uma saia ou vestido com cauda.
6. Café Cantante: Local onde se ofereciam recitais de cante e baile flamencos. Teve seu auge na metade do séc. XIX, até sua decadência nos primeiros anos do séc. XX.
7. Cajón: Caixa acústica usada por percussionistas.
8. Cante e Cantaores: Canto / Cantores
9. Cante Jondo: Canto Profundo. Geralmente os temas estão relacionados à solidão, angústias e tristezas. Destaque para a Seguiryia, Solea e o Martinete.
10. Cante por Fiesta: Canto alegre. Destaque para Bulerias, Tangos, Alegrias.
11. Castañuelas ou Palillos: Castanholas.
12. Colgado: Movimento do corpo, braços ou mãos que encerra o compasso de marcação ritmica.
13. Colín: Bata de Cola pequena.
14. Copla: Cada poema do cante, geralmente de três ou quatro versos, e que serve de texto para as canções populares e para o flamenco.
15. Cuadro: Grupo de artistas de flamenco, composto por cantores, guitarristas e dançarinos reunidos para uma apresentação.
16. Duende: Palavra que significa no sânscrito "divindade". Para os flamencos, é um estado de exaltação que se manifesta nos seu intérpretes, de modo inesperado e sem duração mensurável.
É um sentimento que se observa, sobretudo nos palos por fiesta.
17. Falda con Volantes: Saia de babados.
18. Falseta: Frases melódicas que o guitarrista flamenco executa intercalando o cante. Também pode ser
a introdução para um baile ou para uma seqüência de escovilla.
19. Jaleo: Acompanhamento do cante com palmas, gritos de incentivo, exclamações, etc. Usado nos estilos festeiros. Exemplos: anda, eso, así se baila, toma que toma, que guapa, vamo ya e viva Dios.
20. Juerga: Festa flamenca onde cantaores, tocaores e bailaores colocam em prática suas artes.
21. Latigo: Forma de produzir um som arrastado do pé ao solo; Escovar.
22. Letra: Parte cantada da música.
23. Mantilla: Manto usado na cabeça, geralmente de rendas.
24. Mantocillo: Mantón pequeno (formato de um quadrado).
25. Mantón: Xale grande de seda com franjas.
26. Media e Calcetines: Meia inteira / Meia curta.
27. Moño: Coque (penteado)
28. Palmeros: Pessoas especializadas em "tocar" palmas. Geralmente são de origem cigana. As palmas dão a base ritmica para os bailaores e músicos.
29. Pantalones: Calças compridas.
30. Peineta: Pente pequeno, usado como enfeite nos penteados.
31. Peinetón: Peineta grande.
32. Peña: Associação de aficcionados pelo flamenco; uma reunião de pessoas envolvidas ou somente interessadas pela arte do flamenco.
33. Pericón: Abanico grande.
34. Pico: Xale triangular.
35. Pitos: Estalar de dedos para marcação do ritmo.
36. Rasgueado: Técnica empregada pelos guitarristas flamencos onde as cordas do violão se roçam de baixo para cima usando todos os dedos.
37. Rebote: Salto pequeno executado antes de certos golpes dos pés no solo.
38. Ritos: Rituais.
39. Saeta: Estrofe de ritmo flamenco sobre temas sacros que uma só pessoa canta sem acompanhamento musical em eventos religiosos, especialmente durante as procissões da Semana Santa.
40. Sombrero: Chapéu
41. Tablao ou Taberna: Estabelecimentos como Bares e Restaurantes, onde se podem apreciar apresentações de flamenco. Os tablaos são os sucessores dos cafés cantantes.
NOMENCLATURA USADA NA ESTRUTURA DOS BAILES:
1. Arremate: Fechamento de um baile, de um sapateado ou de uma movimentação de corpo.
Arremate con cierre - Encerramento de uma composição. Pode ser executado como cierre final.
Arremate continuo - quando há somente a mudança de seqüência na estrutura do baile.
2. Desplante: Série de golpes fortes dos pés executados com precisão e definição. O desplante acaba com a serenidade de um punteado ou com o virtuosismo de um zapateo ou escovilla. Pode ser considerado um arremate final.
3. Escovilla: Série de sapateados executados num determinado momento do baile onde todo o interesse está voltado para o som rítmico produzido pelos pés. A escovilla começa com compo-
sições mais fáceis e continua com outros mais complicados, ao mesmo tempo que aumenta pro-gressivamente a velocidade.
4. Llamada: Zapateo que sinaliza troca. Faz-se uma llamada antes de uma nova frase musical, para a entrada do cante, para o início de uma escovilla, para a saída de um bailarino de cena, enfim, para mudanças na estrutura do baile.
5. Marcaje: Movimentos de marcação dos passos executados pelo bailarino durante a letra da música.
6. Palo Seco: Quando a escovilla ou o zapateo é feito sem acompanhamento de cajón ou palmas.
O palo seco reproduz o som dos pés sem nenhuma interferência de instrumentos musicais.
7. Paseo: Movimentos de caminhadas feitas geralmente durante a letra da música.
8. Punteado: Consiste num movimento suave de zapateos, executados com passos sutis e muita técnica. Às vezes se reduzem a passos simples de avanço e retrocesso dos pés, que se enlaçam, se separam e se cruzam, promovendo verdadeiros arabescos.
9. Recorte da letra: Parte intermediária entre as letras.
10. Redoble: Passo redobrado ou Zapateo breve.
11. Salida: Palavra usada para iniciar um baile, uma entrada al escenário (adentrar no palco).
12. Taconeo: Série de golpes ritmados feitos com o salto (tacón).
13. Zapateo: Sapateado. O bailaor deve fazer música com os pés.


RITMOS FLAMENCOS - Didática I

CLASSIFICAÇÃO DE ALGUNS RITMOS FLAMENCOS

3 tempos
SEVILLANAS (ritmo de valsa)
________ 1 | 2 | 3
4 tempos
TIENTOS /TANGOS /TANGUILLO /RUMBA /FARRUCA
TIENTOS
(ritmo lento)
TANGOS
(ritmo intermediário entre TIENTOS e TANGUILLO)
Palmas:
1 (não bater)
2 (palma forte)
3 (palma fraca)
4 (palma média)
Palmas:
1 2 e 3 4 ( não bater a palma nos tempos 1 e 3 )
Compasso
de Tangos:
1 2 3 4
1 2 3 4
1 2 3 4
1 2 3
ou
1 2 e 3 4
1 2 e 3 4
1 2 e 3 4
1 2 3
 
TANGUILLO
(ritmo rápido)
RUMBA
(o 1º tempo é forte)
1 | 2 | 3| 4
FARRUCA
 

5 tempos
MARTINETE / SEGUIRIYA / PETENERA
 
MARTINETE
não tem acompanhamento de violão,
podendo ha- ver cante
1 e 2 e 3 e e 4 e e 5 e
 
SEGUIRIYA
com acompanhamento musical
1 e 2 e 3 e e 4 e e 5 e
 
PETENERA
ritmo oposto a SEGUIRIYA
1 e e 2 e e 3 e 4 e 5 e

6 tempos
FANDANGOS
usando palmas não bater no 1º tempo
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6

12 tempos
SOLEA / ALEGRIAS / BULERIAS
Palmas:
SOLEA
ritmo lento
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12
1 e 2 e 3 e 4 e 5 e 6 e 7 e 8 e 9 e 10 e 11 e 12
ALEGRIAS
ritmo intermediário
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12
BULERIAS
ritmo rápido
12 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11
BULERIApor SOLEA
12 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11

domingo, 25 de setembro de 2016

CONTRATE o Grupo de Flamenco

                           PROMOVA uma FESTA de CONFRATERNIZAÇÃO 
     da Empresa ou Particular e solicite orçamento de apresentação artística
                           com o Grupo Carmen Romero Dança Flamenca.


                                      FESTA TEMÁTICA DA EMPRESA
CASAMENTOS
ESPETÁCULO EM TEATRO

domingo, 18 de setembro de 2016

LEMBRANÇA de 2013.

Há exatamente 3 anos atrás o grupo esteve diante de 1.600 pessoas comemorando seus 20 Anos de Fundação.
As imagens captadas são da homenagem à Professora, Diretora e "Bailaora" Carmen Romero, na oração do ensaio geral e, na interação do público em relação a exposição no hall de entrada do teatro.
As lembranças são de sonhos realizados a partir de muita dedicação, estudo e técnica dos envolvidos.
Uma sensação de imensa felicidade que nos incentiva a seguir os passos de uma metodologia de ensino e de realização de projetos artísticos, sem jamais perder o sentido de AMOR ao que se faz e em relação as pessoas que fazem, de um verdadeiro grupo que transforma sonhos em realidade. 
ESO ES e sempre será!!

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

HORÁRIOS das turmas de FLAMENCO


Horários
     2ª feira
    3ª feira
      4ª feira
    5ª feira
     Sábado

9h -10h

INICIANTE  II

INICIANTE  II


9h -11h





INICIANTES  I

10h -11h
NOÇÕES BÁSICAS

NOÇÕES BÁSICAS




11h- 12h
CASTANHOLAS
Iniciantes





11h -13h
INICIANTE  II
e
NOÇÕES BÁSICAS


18h -19h
INICIANTE  I
INICIANTE  II
e
NOÇÕES BÁSICAS
INICIANTE  I
e
CASTANHOLAS
Básico

INICIANTE  II
e
NOÇÕES BÁSICAS


19h - 20h
INICIANTE  II
e
NOÇÕES BÁSICAS
INTERM.  II  + 
 AVANÇADO
INICIANTE  II
e
NOÇÕES BÁSICAS

AVANÇADO

20h - 21h
CASTANHOLAS
Iniciantes
INTERM. I
INTERM. II

INTERM. I


21h- 22h
CASTANHOLAS
Intermediário










HORÁRIOS das turmas de DANÇA de SALÃO


Horários
          3ª feira
            5ª feira

19h – 20h
INICIANTES
(Aula experimental)



19h30 – 21h30

Nível INTERMEDIÁRIO

HORÁRIOS das turmas de DANÇA CIGANA


Horários
       2ª feira
                     6ª feira

14h30 – 15h30

RUMBA – Nível INTERMEDIÁRIO

15h30 – 16h30

INICIANTES – Melhor Idade

16h30 – 17h30

APRENDIZES

17h30 – 18h30

APRENDIZES / INICIANTES

18h30 – 19h30

INTERMEDIÁRIO – AVANÇADO

17h30 – 18h30
APRENDIZES